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DUAS GLÓRIAS

Cada uma com seu encanto: Glórias.
Duas poetisas de pura sensibilidade;
Duas lindas mulheres e suas histórias.
Dois amores, tesouros que me invade.

Uma é gaivota, voa por sobre os ares,
Longas viagens, acompanhando o mar,
É flor, é rosa, ipê que em tempestades,
Fica firme, não cai, sempre a viscejar.

É pintura de matizes suaves, coloridas.
A outra é uma rosa linda, flor sensível,
De lindos rabiscos, e no peito foi ferida,
Pela vaidade de uma gente miserável.

E me elegeu o seu anjo, guia e protetor,
Pede abraços e carinhos no seu tremor,
Proteção contra a injustiça em demasia,
De quererem calar a voz da sua poesia.

Minhas duas Glórias precisam de mim,
Mas eu que preciso muito mais delas,
Meus dois pilares, duas flores no jardim,
Emoldurando suas belezas em aquarelas.

Não poderia ficar apenas com uma delas,
As duas Glórias. Sem elas estaria perdido,
Porque ficaria incompleto, sem as tê-las,
E meus versos não teriam nenhum sentido.
Lúcio Astrê
Enviado por Lúcio Astrê em 01/11/2007
Reeditado em 02/11/2007
Código do texto: T719714

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Sobre o autor
Lúcio Astrê
Euclides da Cunha - Bahia - Brasil, 60 anos
263 textos (10419 leituras)
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Lúcio Astrê