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Esse Moço

Esse moço
De olhos meigos, e jeito terno
Abriu-me a janela da esperança
deixou novamente a luz entrar
e apoesia que em mim adormecera
acordou _ pôs-se a cantar.
O verso achou a rima
a prosa sua harmonia
a estrofe em melodia
fez a poeta vibrar
qual corda de violino
qual riso de um menino
quando se põe a brincar
E tudo porque o moço
com olhos meigos, brilhantes
feito belos diamantes
me fez de novo sonhar
O sol então ressurgiu
pulou a cerca e o  quintal
refulgindo em multicores
resplandescendo o cristal
o ar nem mesmo respirou
encatado admirou
aquela aurora boreal.
Nessa poética manhã
quando mordi a maçã...descobri
viver! Não há nada igual!

Sol França
Enviado por Sol França em 15/11/2007
Código do texto: T737781

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Sobre a autora
Sol França
Juazeiro - Bahia - Brasil, 47 anos
80 textos (5464 leituras)
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Sol França