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A ROSA E A SAUDADE

 
Quando eu sinto esse cheiro suave de mato
Ou vejo o encanto da beleza de uma roseira
É impossível evitar a lembrança de um fato
Que ocorreu longe, além daquela cordilheira.

Foi numa manhã que nascia muito serena
Naquela  fazenda da querida avó Maria Rita.
Andando na estrada encontrei aquela morena
Que até hoje eu nunca vi mulher mais bonita.

Numa reação que até hoje eu não compreendi,
Arranquei da bondosa natureza uma linda rosa
E num gesto ligeiro e impensado eu a ofereci
Para aquela  desconhecida jovem tão formosa.

Hoje vivendo aqui, nesta tão grande cidade
Nas raras vezes que eu encontro uma roseira
Explode em meu coração a grande saudade
Daquele momento de uma paixão verdadeira !
                                        2.006
                       Fernando Alberto Salinas Couto
Fernando Alberto Couto
Enviado por Fernando Alberto Couto em 22/08/2007
Código do texto: T619433
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Fernando Alberto Couto
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 66 anos
1227 textos (56214 leituras)
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Fernando Alberto Couto