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Em memória da rosa e do cravo

EM MEMÓRIA DA ROSA E DO CRAVO – 2004

Como dói a presença da ausência
Como é doído o início do passado.
Chega de súbito, sem nossa anuência,
avivando a lembrança do ser amado.

Anos de bem-querer.
Amor perene, constante,
profundo, mas, suave de viver.
Tudo se esvai num instante.

Ontem, Helena, era quem ia.
Hoje, lá se foi “do Carmo”.
No céu mais uma Maria
no buquê de rosa e cravo.

O livro da saudade está volumoso
e é desses que todos os dias lemos.
Cada item é frio, doloroso,
mas, junta as lembranças que temos.

A vocês, Helena e Maria do Carmo.



                                                 Rildége Acioli







Dege
Enviado por Dege em 27/09/2007
Código do texto: T671074
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Sobre o autor
Dege
Olinda - Pernambuco - Brasil, 83 anos
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