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MINHA SAUDADE

Encarar asfaltos,
Prédios...
Esse Centro cinza de verdes desajeitados,
de cidade, de um tempo sem urbanistas,
e muita urbanidade.

Mundo insulso, sem Ti!

Agora sei a dor de conhecer  tua textura de mar,
e de fonte nesse sítio sempre redesenhado,
por nosso caráter inventivo, pedindo para ser explorado...

Ah, a forma intensa e arredondada do prazer,
e o certeiro e amolado golpe que nos leva às entranhas do conhecimento...
Sempre existirá algo mais  do que o claro e o escuro
em cada evento.

Fórmulas que ao somar nos subtraem dos inocentes sonhos...

Os meus segredos, jamais saberei, pois levas contigo.

Sou o que somente Tu podes possuir.

Assim sei de Ti   cousas e cores que não conheces,
mas que ganham ênfase, e desproporcionalidades
quando partes de mim...
 
Sabendo-se ausência,
Dói essa presença enquanto saudade
deixando-me sem parques, nem flores
para distrair.
Margarete Fonsant
Enviado por Margarete Fonsant em 14/10/2007
Reeditado em 30/09/2008
Código do texto: T693693

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Sobre a autora
Margarete Fonsant
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil
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(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/12/17 04:43)
Margarete Fonsant