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VoRaCiDaDePoÉtIcA

Cada vez que me olho no espelho
Sinto necessidade de morrer
De elevar-me às áreas de outrem
Desfazer-me materialmente
De tudo que me destrói.

Meu rosto ao fitar-se
Sente-se inútil:
- Tenho mãos que não agem
Olhos e boca que de nada servem
Tenho a forçaa sem ação
      - sou o gênio abortado
        Sem conhecimentos racionais
        Louco a seus próprios olhos

Que diante do nada que possui
Segura a caneta
E imortaliza o seu fracasso
Em papéis inocentes:
Sou inútil!
((EU))
Enviado por ((EU)) em 07/06/2006
Reeditado em 14/06/2006
Código do texto: T171175


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Sobre o autor
((EU))
Macapá - Amapá - Brasil, 35 anos
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