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PERDÃO DO TEMPO

Depois que a batalha termina e a revolta beba todo o seu amor,
Tudo o que resta é o amargo da desilusão. A imortalidade das palavras
O sabor de escutar e sentir o cheiro, e sentar ao lado e observar.
Até que deixem os muros para trás, para alcançar o vôo eterno.

Os dias chegaram e com eles a espada que anuncia a revolução
Que irá reinar e sob a guarda do vazio do sorriso.
A tirania foi à precursora da vontade, até que o amanhã enalteça
As glorias do fracasso, que uma nova batalha não aconteça

Que a vontade de você se misture aos contos e um novo reino surja
Que círculos de fogo, e cantigas de mistérios enalteçam a prometida.
Que ninguém me veja cair nas guerras, que as feridas cultivadas
Destruam as perpetuas juras, que os ventos levem o meu grito

E que alcance o puro acorde quando a dor nos obrigar olhar para traz
Estejamos prontos para o infinito espalhando a esperança primitiva
E quando a lamina da foice riscar a pele, leve tambem a dor
Ao meu redor e com lagrimas aos olhos sorriria o perdão do tempo.

 

 
Edson Junior
Enviado por Edson Junior em 11/05/2010
Reeditado em 11/05/2010
Código do texto: T2251219
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Edson Junior
Recife - Pernambuco - Brasil
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Edson Junior