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Poema da Imposição - eleições 2010 - Brasil

  Não há escolha, não há saída, não há beco, não há paz
Só resta uma mão única, onde cegos caminham satisfeitos.
E cegos, e surdos e mudos...esse povo cegue...
Em meio a imposição desleal...que os desvanece...antecede, procede...
Pobre povo, culpadiço e sem valia...
Que perambulamos, assim...fronteiriços dos maus tratos tão seculares...e sem nenhuma desforra, ou vanguarda que seja...
Preste atenção, nas leis, não existem, nem nunca foram...
Castravam-se membros, agora castram almas.
Valéria Guerra
Enviado por Valéria Guerra em 16/10/2010
Código do texto: T2560400

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Sobre a autora
Valéria Guerra
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