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Texto
 
Muitas sementes, em terra fértil lancei
Vi germinar, crescer, florescer, frutificar.
Outras, em terra árida perdi,
O vento tão longe levou!

 Juntando letras para expressar
 O recado que teimo, em passar,
 Único recurso do poeta...
 Que chora sorrindo,
 É como palhaço consegue gargalhar, chorando.
 
  A dor sempre latente
 Mexe com o emocional fragilizado.
 Tento sufocar, dissimular escamotear...

 Para quê?
 Será que não percebi!
 
 A semente tão especial
 Não encontrou solo acolhedor.
 O sol, sem piedade a queimou,
 Como resposta ficou a certeza...
 
 Era preciso sentir a solidão!
 Dos versos sem repostas,
 Solidão do corpo físico,
 E o frio que fustiga, enregela, minh’alma...

 Nadir A D’Onofrio
 20/12/2004
 Santos SP



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Nadir DOnofrio
Enviado por Nadir DOnofrio em 01/07/2005
Reeditado em 09/04/2018
Código do texto: T29809
Classificação de conteúdo: seguro

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SEMENTES DE VERSOS - Nadir DOnofrio
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Sobre a autora
Nadir DOnofrio
Serra Negra - São Paulo - Brasil
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