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Espólios de amor

Veio como forte brisa,
Ou chuva de verão.
Passageira porém intensa, Daquelas que blefam e assustam,
Mas logo somem e se vão.

Promessas e juras de amor,
Declamadas inutilmente em vão.
Barradas em dúvidas e temores,
Delatam um frágil ser,
de dormente e seco coração.


Veio como água que apaga o fogo,
Restando apenas cinzas ao chão.
Noviças e latentes chamas que se apagam,
Tomadas de penumbras esmurecem,
Adentrando infindável escuridão.


Desencontros assim se fazem
Traquinagens da sedução.
O que nos resta óh bela ilha?
O que sobra de nós óh bela Isa?
Danilo Ribeiro
Enviado por Danilo Ribeiro em 08/03/2016
Reeditado em 08/03/2016
Código do texto: T5566974
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Danilo Ribeiro
Florianópolis - Santa Catarina - Brasil, 41 anos
11 textos (630 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 19/06/19 03:42)
Danilo Ribeiro