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Quando as memórias morrem

Jovens, fragmentadas e dispersas
Na passageira fumaça do cigarro
Quebra-cabeça arcaico sem as peças
O último pensamento dum escarro.

Lembro-me duma historia d’homem, barro
Primordial. Desenho feito ás pressas
Que hoje vale bem menos que um catarro
Explodindo violento em nasais fossas.

Fecho o livro de ponto. E me esqueço
De cada divindade cultuada
De cada ideologia engolida

E os anos a ferida consolida
Com minha sepultura magoada
Sendo um fim, não apenas um começo...
Fabio Melo
Enviado por Fabio Melo em 26/09/2007
Código do texto: T668721

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Sobre o autor
Fabio Melo
Santo André - São Paulo - Brasil, 33 anos
799 textos (273307 leituras)
6 áudios (1655 audições)
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Fabio Melo