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Oh, não te digas. Não te digas de mim!

Oh, não te digas. Não te digas de mim
Não corra o risco de que sejas pior
Apesar de que nada será, deixe assim
Não te digas de mim, não seja menor.

Pra que tua batina, tua cruz sem valor
Pra que a mentira, não te digas de mim
Fiel a teus prazeres - Ou tormentos, melhor -
Não mintas, não o seja pra sempre assim.

E pensar que um dia, enganado, eu era
A criança que ali lhe contava meus segredos
E pensar que ao contar minha diva de vera
Era enclausurado, preso entre meus medos.

Somente na morte lhe encontrarás... e fim!
De valor nulo, será sempre tu e tuas irmãs
Oh, verme! Pra que mentir, pra que assim
Se és, por tudo, a própria imagem de Satã?
Júnior Leal
Enviado por Júnior Leal em 24/11/2005
Código do texto: T75673


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Sobre o autor
Júnior Leal
Lagoa Santa - Minas Gerais - Brasil, 34 anos
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Júnior Leal