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Ogdóade

Ó, Poimandres,
A cada sizígia um par macho-fêmea
Um de cada um dos oito aeons,
na profundidade e silêncio,
a plenitude da mônada.

Pleroma que arquiteta,
o grande Primeiro Princípio
em cada um dos sete céus

Deixai-me a punição na Ogdóade
Vibrando no canto inaudível
Do Bem que sucede as trevas;
Da alegria a tristeza.

Do amor incontinente;
Do endurecimento concupiscente;
Da justiça injusta

Da bondade-cúpida;
Da verdade enganadora;
Da sujidade da luz-trevas.

Pois de dez,
se vão doze
Antonio Archangelo
Enviado por Antonio Archangelo em 27/08/2019
Código do texto: T6730203
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Antonio Archangelo
Rio Claro - São Paulo - Brasil
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Antonio Archangelo