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RECORDAÇÕES

Sob o luar cai a chuva
Ouço, também, o sibilar da brisa.
O cheiro de terra molhada e virgem me desperta.
Inebriando e adocicando minha alma.

Ao sentir o cheiro do orvalho
Lembranças surgem de um jardim esquecido
Perdido no meio do caminho
Emoldurado pela memória do tempo
Recordando-me obstinadamente do aroma da separação

Oh coração aflito...
Lágrimas fluem como as chuvas
Molham meus olhos surpreendendo-me
Quão triste mar de paixão,
Quão Rubra essa emoção.
Você não esta mais aqui.

Saudades...
Lembranças...
O Pesar de um passado que não vai voltar

Vejo a chuva tornando-se um temporal.
E mesmo assim traz teu perfume precioso
Puro Bálsamo, que refrescava o coração,
Que não me alegra mais sentir.
Mas que faz rever diversas cenas cinematograficamente

Os sons, tons, odores
as ternas carícias na alma
formavam versos declamados em sussurros evidentes.
De um jeito que só o coração entende,
Era um deleite de enlevo, brioso
que tomava meu ser de paixão.

Minha era a tua alegria
Momentos que um dia, a alma lutou pra ter.
Foram-se, sem eu querer.
Sem que eu percebesse.
Foram-se.

E o que faço agora ó beija flor
Se minh’alma habituou-se em ti
Com o teu néctar do amor
Que absorve a essência de amar
Que aspirar a felicidade em um todo

Basta! Não posso tornar-me assim
Dependente do teu vicio

Esqueço-te
Não quero mais sofrer

Esqueço-te
Episódios encanecidos se foram e não voltam

Esqueço-te,
Não mereces meu pranto.

Esqueço-te
Seguirei em frente
Sem você
Lembrar-me-ei que sou livre!
Não preciso padecer...
Audenice
Enviado por Audenice em 31/08/2007
Código do texto: T632462
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Sobre a autora
Audenice
Diadema - São Paulo - Brasil, 36 anos
49 textos (5573 leituras)
2 e-livros (68 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/12/17 07:46)
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