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Paixão

Era menina moça,
por nome...
e de tal doutrina,
e virtudes que era...
De meu mal ser o revés.
Vivia sem me lembrar,
que paixão podia dar.
Nem dá-la ninguém a mim,
foi o principe ohar.
Começou-me a desejar,
por seu nojo e minha fim.
Trabalhou por me servir,
fortuna foi ordenar
Meu coração conformar,
e na vontade vir.
Conheceu-me, conheci-o,
quis-me,  bem e eu a ele.
Perdeu-me, também perdi-o,
nunca até a morte foi frio.
Na maneira de falar,
o bem que triste pus nele.
Dei-lhe mina liberdade,
não senti perda de fama.
Pus nele minhas verdades,
me portei como uma dama.
Sevla
Enviado por Sevla em 04/11/2007
Código do texto: T723288
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Sobre a autora
Sevla
Nova Cruz - Rio Grande do Norte - Brasil
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Sevla