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Divagando
Nadir A D’Onofrio


Vou sorver a brisa que suavemente passa
Refrescar-me sob o soL, escaldante
Dormir acordada
Vou ser maremoto e vendaval.
Quero chegar e destruir tudo,
Que pela frente encontrar...
Sou geleira e lava de vulcão
Incandescente, que escorre
Queimando esse chão...
Raio, tornado e trovão
Asteroide explodindo de encontro ao chão!
Hoje sou violência quero destruição...

Depois do caos instalado,
Entro em total, inanição,
Em contração...
Etapa de consumição!
Bummmmmmmmm!
Desintegro!

 
Agora?
Sou partícula de pó... 
Partícula de gelo...
Na cauda de um cometa... 
Plâncton, musgo, grão de areia,
Seixo... e uma enorme pedreira
Dando passagem, ao rio e cachoeira.
Sou água pura cristalina,
Véu de cristal das matas!
Desbravo caminhos rolando
Agressiva e serena,
Até encontrar o mar...
Nos versos e reversos,
Do meu singelo poema...

09/04/2004
Santos SP
 
Nadir DOnofrio
Enviado por Nadir DOnofrio em 09/04/2005
Reeditado em 03/04/2018
Código do texto: T10501
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Nadir DOnofrio
Serra Negra - São Paulo - Brasil
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Nadir DOnofrio

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