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"Disco Voador"

Em um tempo sem sentido como este
Pergunto-me de onde vem a crueldade
Que esparsa pelos cantos em peqyenas quantidades
E me arrisco a lhe dizer
Que não sei mais por que
Se não tem conselhos a me dar
Procure outra mesa no bar
Se o seu conselho é vagabundo
Se mal me conhece
Vá para o diabo que o carregue
Pois hoje, não estou pra ser e nem pra estar
E me pergunto, quem tem a inspiração correta?
Vou lhe explicar a meta e indicar o caminho...
E com o dedo mindinho...
Descerá o mundo de fininho.
Vou girar este zero redondo que aponta para lugar nenhum...
E sobre linhas imaginarias...
Descerei o rio Nilo de barco à vela.
Mas antes de tudo,
Resgatarei pouco a pouco minha dignidade.
Vamos então voltar para aquela ilha velha...
Pois lá se encontra o baú do tesouro...
Compacto e destinado
Ao primeiro abençoado.
E números em progressões permutam em minha mente...
Com esquemas condizentes e rabiscos reflexivos.
Olho-me em convexos reflexos e vejo...
Simplesmente aquilo que você já sabe.
Trarei a você um prato de comida e uma televisão velha...
Poderei  alcançar o infinito e transformar o fim
E mesmo assim...
Verei seus ciclos retrógrados permanecerem inquietos.
Saiba então aqui...
E agora...
Que finalmente,
Não serei mais um problema seu.



O que de Souza
Enviado por O que de Souza em 30/08/2006
Reeditado em 06/11/2017
Código do texto: T229148
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
O que de Souza
Curitiba - Paraná - Brasil, 30 anos
351 textos (9266 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 21/01/18 16:54)
O que de Souza