Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

Prólogo do vento

Efêmero verbo que ressoa,
Que transcendi...
Que entoa...
A natureza profunda dos vales,
Na divagação de certas aves...

Que no imaculado alto-mar profere a sabedoria da liberdade,
Que no mais escondido dos ninhos sempre sopra um zumbidinho,
A empurrar esse caracol perto do girassol,
A esconder o sol e suas luzes,
A promover penumbra com as nuvens...

Mas seu prelúdio dista de findar sua beleza,
Pois aquarelas vermelhas, roxas e amarelas,
Derramadas e transladadas no anil firmamento,
Cria sorrisos e admiração de olhos que são presos em atenção...

Mas quem não contempla sua leveza?
E sua estranha convivência?

Às vezes as casas são destelhadas,
Às vezes acaricia a frágil asa de uma borboleta...
Mesmo as mais escondidas (aquelas dos jardins).
No ir e vir das violetas com os jasmins...
Rascunho de Poeta
Enviado por Rascunho de Poeta em 08/09/2007
Código do texto: T643765

Copyright © 2007. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Rascunho de Poeta
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 36 anos
140 textos (7247 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 15/12/17 08:46)
Rascunho de Poeta