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Imortal.

Eis que sou pó da luz infinita
E vôo na brisa rumo ao horizonte perdido;
Desvio caminhos, deixando rastro de brilho.
E vejo-me em teus olhos sofrido.
Faço-me em teu corpo deixado pela brisa
Vejo-me em teu rosto um sorriso medroso
Aceite-me como amor puro, cristalino.
Eis que sou pó, lágrima... Gargalhada de Deus!
Eis que sou mundo, imundo, feliz e triste!
Eis que sou força, medo, sonho e ilusão!
Eis que sou passageira que penetrou
Em tua alma, ensinando-te o que amar
É para os imortais, adoradores de solidão!
Monet Carmo
Enviado por Monet Carmo em 20/10/2007
Reeditado em 20/10/2007
Código do texto: T702286
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre a autora
Monet Carmo
Belém - Pará - Brasil, 41 anos
3252 textos (331917 leituras)
82 áudios (10648 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/03/21 05:21)
Monet Carmo