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Já vivi momentos vazios
Clariei noites em vão
Sorri quando queria chorar
E disse sim, quando deveria dizer não

Já fiquei horas, sentado sob a chuva
E atirei moedas ao poço das vontades
Medi as ínfimas pernas de umas mentiras
Todas com a imensurável métrica da verdade

Já vaguei dias inteiros sozinho
Feri-me comprando prazer
Outrora desejei tanto carinho
Agora quero apenas morrer (para renascer)

Já conheci pessoas notáveis
Que deslizaram cegas pelos meus dedos
Vi covardes com explosões de coragem
Bem como “Hércules” morrendo de medo

Já engoli sapos como se fossem petiscos
Em “fogo amigo” eu já me queimei
Lavei os pés dos meus inimigos
E fui traído por quem eu mais confiei.
POETA URBANO
Enviado por POETA URBANO em 04/12/2007
Reeditado em 28/10/2012
Código do texto: T764614
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
POETA URBANO
Camaçari - Bahia - Brasil, 42 anos
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POETA URBANO