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O que faço

Luto intensamente pelos meus sonhos
Luto até à exaustão
Não paro em portas fechadas
Tenho sempre uma chave mestra pra abri-las
Porém, desisto quando o sorriso lá dentro deixar de ser amigo
-.-.-.-.-.-.-.-

Não perco tempo com não amigos
Tenho bons amigos pra não sentir falta dos que se foram por vontade própria
Peço perdão quando estou errada
Vou atrás, arrasto-me se necessário for
Pra não perder um amigo
Mas fecho as portas e as janelas
Quando percebo que este amigo não vale a pena
Fecho as portas e não as abro mais – esta é a minha lei.

Não perco tempo com nada que não valha a pena
A vida é curta demais pra se deixar perder tempo

-.-.-.-.-.-.-.-

Olho a vida de frente - não tenho medo dos tapas que posso levar
Se caio, tento me levantar
Se não consigo, peço ajuda
Se não obtenho, faço de mim mesma a força e levanto

-.-.-.-.-.-.-.-


Fátima Batista
Enviado por Fátima Batista em 23/04/2006
Reeditado em 01/12/2007
Código do texto: T144139
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Fátima Batista
Santo André - São Paulo - Brasil, 56 anos
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Fátima Batista