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Dejetos (Gaspiller)

(...) Je l'ai fait, enfin, mademoiselle. Chaque jour, après la fin de mon amour. Vide que la vie il a mené avant de prendre une bonne partie de moi pour vous, et qui ont continué de prendre, après avoir découvert qu'il était malheureusement uniquement. Parce qu'il a remarqué que lors de leur entrée dans le monde en leur temps et leurs nuits, qu'il a insisté pour être seul. Raté mon amour de toutes les petites heures de la journée, et besoin de moi pour aussi peu que possible, toujours. Essayer de me remplacer la valeur de rien, en fait, personne ne pourrait bénéficier de la même nation et la même blague à laquelle j'ai appartenu. À ses yeux, les femmes sont refoulés dans certains ridicule et déplacée. Et pour de plus amples jupes brodées et qui ont été plus ou ils sont beaux, ils réaliser l'exploit jamais à le faire aimer ... Et pour moi il a attendu jusqu'à son dernier souffle, avec des yeux presque mort continuer à chercher pour la lumière du soleil, et Grognonnerie mon nom à chaque fois comme il l'a fait quand j'ai regardé en silence, mais maintenant, pour la dernière fois ...
Marianne Liberté, Lyon, 1912.




(...) Eu fiz ele, enfim, sentir saudades. Todos os dias posteriores ao fim do meu amor. Naquela vida vazia que ele levou antes de tomar uma boa parte de mim para si, e que continuou levando depois de descobrir que era desgraçadamente só. Porque ele só notou o mundo quando entrei nos seus dias e nas suas noites, essas que ele insistia em ficar sozinho. Sentiu falta do meu amor todas as pequenas horas do dia, e de precisar de mim para o mínimo possível, sempre. Tentar substituir-me de nada o valeu; de fato, ninguém saberia desfrutar do mesmo tino e do mesmo gracejo a que me pertencia. Aos olhos dele, as mulheres volveram-se todas numas tolas e descabidas. E por mais bordados e saias que tivessem ou por mais belas que fossem, elas jamais conseguiriam a proeza de fazê-lo amá-las... E por mim ele esperou até o seu último suspiro; lutando com seus olhos quase mortos para continuar a olhar a luz do sol, e murmurando o meu nome como todas as vezes que ele fazia quando me observava discretamente; mas agora pela última vez...

Marianne Liberté, Lyon, 1912.
Souzalli
Enviado por Souzalli em 24/04/2010
Código do texto: T2215785

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Sobre a autora
Souzalli
Curitiba - Paraná - Brasil
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