Silêncio!

Silêncio!

As cortinas se abrem

Para mais um dia

Que amanhece...

O pesadelo da noite

É passado.

Na madrugada de fortes açoites

Meus sonhos dormiram na fantasia

E meu corpo cheio de melancolia

Navegou na brisa da agonia

Transpondo miasmas de devaneios insalubres...

Silêncio!

O sol brilha atrás dos montes,

Revoadas de pássaros adornam o horizonte

E entoam cantos de primavera!

Silêncio!

No calor do dia adormeço,

Vejo-me caminhar sobre as águas da solidão

E uma tênue saudade afaga meu peito

Trazendo-me reminiscências do amor desfeito

Pelos vulcões que atormentam a felicidade...

Silêncio!

A noite chega novamente,

Novos devaneios terei de repente

E ressabiado durmo

Isento de sonhos no inconsciente,

Mas mergulhando nos mares do futuro!

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Ivan Melo
Enviado por Ivan Melo em 24/05/2011
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