Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

PELA PRÍMULA DUMA MANHÃ PRIMAVERIL

Dar paióis de milho aos bois
Aqueles a ruminar no cérebro de quem pasta
Haja santa e casta pasta que nos faz encolher!
Tal açude quando se avizinha chuva de caju no sertão.

O meu sermão é o vale das reminiscências
Pudera ser o alforje
Contudo, será nada mais do que o tudo em minha vida.

Serei indigesto aos meus "eus" céticos
Serei pó nas anáguas rendadas
A sorver a sóbria e imbricada essência
Que de tanto escapo, que o manto se faz meu cúmplice.

Inda que rejeite sóis de prata
Não me causarão abscessos, os calores da mente
Não mentem, não sentem, mas me absorvem deveras.

Será verdade?
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 06/12/2013
Código do texto: T4601121
Classificação de conteúdo: seguro

Copyright © 2013. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Cesar Poletto
Piracicaba - São Paulo - Brasil
740 textos (34737 leituras)
1 e-livros (256 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/07/19 13:13)
Cesar Poletto

Site do Escritor