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A sociedade dos poetas mortos.

Quem assistiu ao filme "A sociedade dos poetas mortos" Que delicado filme!
Quantas janelas, quantas possibilidades se abrem quando nos liberamos das amarras dos preconceitos, do formalismo exagerado, da disciplina pela disciplina. Libera-se a capacidade de amar, de criar. Assisti umas seis vezes este filme. Meu recorde ainda é Jesus Cristo Super Star, da década de setenta que assisti dezessete vezes.
Bom, no filme, A sociedade dos poetas mortos, emocionei-me-quando o garoto que queria ser ator, e lutava contra a autoridade castradora de seu pai, entrou no quarto do professor que se despedia daquela tradicional escola, e ele, o professor estava ouvindo o Concerto número cinco para piano, da sinfonia O imperador de Beethowen.
Meu deus que musica maravilhosa, divina. Creio que se Deus ouvir musica, digo que ele deve ouvir este concerto. Comprei o disco. Já a ouvi umas mil vezes. Sou exagerado quando gosto.
Uma lição do filme foi reforçar o quanto é importante a missão de um professor, por exemplo, despertar o melhor que há em cada criança, em cada estudante.
Lembrei-me do meu professor de português que antes de cada aula, colocava na lousa, uma máxima do marquês de Maricá. Ele nos ensinava literatura com amor e paixão e junto com a poesia nos ensinava ética. Ele sempre se emocionava quando recitava o poema Via Láctea de Olavo Bilac.
Aprendi que o nome deste poeta é um verso alexandrino, doze sílabas poéticas.
"Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac"
Misturei tudo. Mas creio que é para isso que servem os filmes.
Se puderem, ouçam o Concerto número cinco, e sintam suas almas caminharem com anjos e se depararem com o divino.

Grácio Reis
Publicado no Recanto das Letras em 26/08/2007
Código do texto: T625080
Grácio Reis
Enviado por Grácio Reis em 26/08/2007
Reeditado em 10/10/2008
Código do texto: T625080

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Sobre o autor
Grácio Reis
São Paulo - São Paulo - Brasil, 64 anos
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