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           SEMPRE  QUASE, QUASE...
         Em nome do pai, submeto-me
      para harmonia natural do universo,
    à tragédia de ser quase paupérrimo !
    à comédia de ser quase feliz sem ter
    quase nada nesse mundo...
    Submeto-me ao teatro mundano de
    ter voz, mas não ter papel !
   Submeto-me, mas não sem  ter
   lutado...
   Submeto-me pelo entendimento de que
   o prêmio dos justos, não é ter posses,
   nem ser louvado...
   O laurel do bem, daqueles que aceitam
   sem violência o mundo, está lá, além...
   Em um lugar onde terrenos bens,
   não são tesouro... e o orgulho e o poder
   humanõide não são motivo de gaúdio... !




   
https://youtu.be/MyCmneajBZo
        podres poderes
         maria gadú
Alkas
Enviado por Alkas em 14/06/2018
Reeditado em 14/06/2018
Código do texto: T6363843
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Alkas
João Pessoa - Paraíba - Brasil
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