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ETERNIDADE... TÃO ESQUECIDA!... TÃO IGNORADA!

        Eternidade!
  Oxalá noss'essência comungar com ela s'estivesse... sempre!
   Daquela que estacionada aqui s'encontra nos grilhões de seu prazo
     E, portanto, não s'eleva acima de seus olhos
       Menos ainda gozar de seu cerne o poderá
  Ai! Quanto, pois s'enlevaria se destarte a conhecesse e a amasse!

    Eternidade!
       Mas, afinal, o que és?
    Seria, tão somente:
 Um relógio... sem ponteiros... sem apontadores?
     Um calendário sem começo... sem fim?
 Uma estória... sem prólogo... sem epílogo?

         Eternidade!
    Quem, um dia, aqui, com sua Razão... a compreenderá?
 Quem haverá neste exílio a que por ti sem medo... s'entregará?

       Ó Eternidade!
  Ah! Por que és tão temida... ignorada... repelida?

    Eternidade!
     Ah! Eternidade...!
 Um dia, quem sabe, a amaremos mais que qualquer coisa... no tempo
    Um dia, quem sabe, a amaremos... mais que o próprio... tempo!

       Tempo... tempo... tempo...!
  Oh! Por que nossos olhos por ti tanto se fascinam?
    (E se deleitam pela "figura do mundo"... que passa?)
   Talvez, por se creem a nos ofertar o qu'então... s'é eterno!



                     *************************

                         12 de setembro de 2019


Paulo da Cruz
Enviado por Paulo da Cruz em 12/09/2019
Código do texto: T6743328
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulo da Cruz
Sete Lagoas - Minas Gerais - Brasil
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Paulo da Cruz