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Azafama nos Pâmpanos

Abrem-se espaldas e ala aterrada
Triunfos, trombetas são-me sóis cada

Eu mesmo venho errando passos
Que me vejam chegar aos mares
Aproximar as ilhas às minhas linhas
De mim evitar o som dos estares

E ainda assim ouvir gritarem e nome
Eia, aves, transladantes, nubívagas,
Cá me as pernas pesadas ferem
E tenho aquela velha sombra calada

Ora, nem vistes gotinhas por sobre pâmpanos
Tristeza alguma
Dar de epíteto a isso alvorado
Dizer que passa
Que se salva
Das redondas feridas da escalpa
Sendo só esfola
Daquele vento que sopra
Campanha verde e mastigada

Um martírio
Nada e mais nada
H Reis
Enviado por H Reis em 02/12/2019
Código do texto: T6809375
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
H Reis
Santo Antônio da Patrulha - Rio Grande do Sul - Brasil, 26 anos
28 textos (147 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/19 00:37)
H Reis