AS PALAVRAS AO VENTO E QUE VENTO. -
Estou pensando e agora, numa viagem e como seria essa viagem, louca e sem nexo, se minhas mãos fossem direção, e que seria essa direção, que flores, que harmonia, que os corpos deitados, de gente, que nem sei, e me assusto, com a rua da rua que nunca andei, e assim por ela vou, melhor estou passando, o funcionário sem tipo, e sem capacidade de trabalho, visto a minha forma, a minha ideia, que procuro instigar aos outros, como se fosse assim possível.
Insuflar ideias, meu Deus!
Os que passam os que ficam, e se eu pudesse a todos rever, aquele que detestei, e de volta eu os ter, e assim tivesse a chance de julga-los, para mais odiá-los.
E as portas da casa, da casa que não tenho, do grito que não vou gritar, mas os corpos meus, um, os corpos meus, Deus, é nu a mente falida, a exposição do amor.
As armadilhas dos dias, a guerra das noites, o espaço coberto, do cobertor que não tinha, daquele andar, raiva de olhar, os vizinhos, vendo estou retomando o tempo, gritando, ou silenciando o silencio que nunca vi.
Faltou me tempo para eu ter tempo de me ver, e assim me envolvido no meu próprio ser, e pelas importâncias que me dei, mas não tive tempo, quais são as palavras, quais as coisas que procuro, que me entrego, e que por elas me desespero.
Buscando estou um pilar, aquele amontoado de pedra, ferragens e pedras, pedras moídas também, tem as alienações e as energias que fará vantagens na estatização.
Mas ví grandes pilares se derrancar, despencar, batidas por batidas, e confuso estou quero as vezes me errar, porém nem isso consigo, os papos furados, quero verdade mas quando você me verá.
Assim me descubro silencioso, e a única coisa que me faz pensar são meus dedos a editar a minha historia, e me viro para um lado, nada vejo, só eu e a multidão que não vejo, mas o corpo desaparece.
Melhor ele desfalece.
Assim caminho! Estou pensando e virando para outro lado.



Insu