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Anjo, eu?

Daqui de cima vejo os homens, suas dores, seu cotidiano banal; sem nenhuma emoção, nem motivação, continuam vivendo sem sentir o que sinto.

Me chamam de anjo, não sei se é porque tenho asas, ou pela divina missão a mim ordenada. Missão de defender o chão onde vivem e amam os brasileiros, portugueses, espanhóis, chineses, americanos, cubanos, nigerianos, muitas culturas em um só povo.

Sim foi Deus quem me ordenou, proteger esta terra de Anas, o lar amado dos Jorges, as matas de Vanessa, porque tudo é dos homens, tudo Deus fez para eles, e não há ser mau algum que possa mudar isto.

Com minhas armas e asas, oh Senhor, juro que cumprirei a missão para a qual me criaste. Pois sei que a cada dia, mãe de todos os lugares e crenças rezam e oram por seus filhos, então tu ordenas que eu vá em socorro destes, e vou.

Depois volto, ergo-me a altura do rosto do Cristo Teu Filho, que estende os braços não só para mim, mas também para os teus filhos lá em baixo onde podemos vê-los.

Digo Deus, que te amo, vivo nos céus perto de ti, mas não sou anjo, e embora Te adore, defenda as pessoas, apesar de ter armas e asas, não sou querubim, meu Senhor, sou aviador...
Miquéias Felix
Enviado por Miquéias Felix em 06/10/2007
Reeditado em 01/04/2010
Código do texto: T683312

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Sobre o autor
Miquéias Felix
São Gonçalo - Rio de Janeiro - Brasil, 27 anos
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Miquéias Felix