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Ao professor.

Ao professor.

Professor, que oficio nobre abraçaste, os homens, a priori têm direito à escolha, alguns querem dominar por meio da política, enquanto tu o que queres de fato é ensinar, tirar a venda da ignorância natural aos seres que nascem rudes. E que glamour há em ser professor em uma sala que goteja, ou em outra que falta assento e dignidade para teus alunos? E o que dizer do teu salário que não supre tuas reais necessidades? Todavia tua luta é justa, sagrada, teu labor glorioso.
Professor não se forja à luz do dia, teu trabalho vitalício, nasceste  com este dom, com esta doce bravura e vives por isso. Professor tens um parceiro que jamais falta ao serviço. O livro, um herói sem pátria, redentor sem sacrifício. Professor prossegues!”Avante”! Tua aurora vai chegar ao final do um ano letivo tua face brilhará com a luz mais cara e rara nos olhos dos teus pupilos do prazer de se formar. Assim produzirás um filho, mais um novo professor, que seguirá teu caminho, jogando flores nos ninhos para a inteligência acordar.


Evan do Carmo 15\10\2007
Evan do Carmo
Enviado por Evan do Carmo em 15/10/2007
Código do texto: T694688
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Sobre o autor
Evan do Carmo
Taguatinga - Distrito Federal - Brasil, 53 anos
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Evan do Carmo