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A cantiga do Branco Lírio

Às uma hora eu nasci.
Às duas eu me batizei.
Às três, palavras de amor.
E às quatro eu me casei.
Às cinco estava doente.
Às seis eu estava para morrer.
E às sete em riba da mesa.
E às oito no branco caixão.
Às nove no acompanhamento
Às dez na porta da igreja
Às onze no cemitério
E à meia noite no céu.
Os passarinhos se alegraram,
O Branco Lírio morreu.

Essa doutrina me foi cantada por um Encantado chamado Lírio Branco. Ele é um Espírito de Luz muito forte e narra a estória de seu nascimento até a sua morte nestas palavras. Sua missão é correr o mundo ajudando a todos aqueles que precisam.
Maria Toinha
Enviado por Maria Toinha em 13/01/2021
Código do texto: T7158916
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre a autora
Maria Toinha
Trairi - Ceará - Brasil, 84 anos
6 textos (45 leituras)
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Maria Toinha