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Cenas noturnas

Os jovens se divertem na praça ao som do violão,
Belo como os sons celestiais;
Num portão um casal troca juras de amor eterno
E fazem do momento vivido uma promessa de futuro feliz.
Na calçada um homem fuma um cigarro
Já no fim
Fim da do cigarro ou da vida?
Ainda do cigarro
Da vida, logo logo
Com certeza.
Noite alta um bêbado passa cantando
Esteve afogando as mágoas que quem sabe, já aprenderam nadar,
Desperta o sono profundo dos que descansam
A cabeça, o corpo, a alma...
Alegra a noite dos insones
Irrita os mal-humorados
Aguça os maldosos
Inspira os poetas.
Nas casas as pessoas dormem e sonham
E os sonhos preenchem a cama
O frio gela os pés, o coração, os sonhos...
No céu, a lua testemunha tudo na sua condição de observadora observada.
Entre uma cena e outra, a noite acontece, enquanto o dia descansa para recomeçar.


Virginia de Santana
Enviado por Virginia de Santana em 16/11/2007
Código do texto: T739426
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Virginia de Santana
Anísio de Abreu - Piauí - Brasil, 36 anos
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Virginia de Santana