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CALABOUÇO E ASAS

Grato por gastardes o tempo com meus escritos. Na verdade, sempre desejo o raio reflexo. O poema sempre é um espelho. A palavra é tudo, calabouço e asas.

Na cela escura onde ficam presas as feras – corpo e esqueleto – maturam-se os desejos. Para estas asas simples – alados braços nadando na piscina azul – sobram luas e estrelas, na escuridão da masmorra. Duplos e diferentes espaços de liberdade porque para o espírito não há continente que o segure. Nós sempre somos conteúdos. Mesmo após a morte.

Dai guarida para o gorjeio dos anjos e suas harpas de prata!

– Do livro EU MENINO GRANDE, 2008.
http://www.recantodasletras.com.br/prosapoetica/750569
Joaquim Moncks
Enviado por Joaquim Moncks em 24/11/2007
Reeditado em 07/10/2008
Código do texto: T750569
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Joaquim Moncks
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 71 anos
2911 textos (776489 leituras)
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Joaquim Moncks