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A ILUSÃO PELA RAZÃO

E bem antes dessas vidas onde tudo ainda era pedra, areia e montanhas, pelo vento vindo depois em dado momento, passados anos e anos de chuva gasosa e chuva cósmica anteriormente.

Por uma temperatura menos elevada o condicionamento de um fluxo gravitacional em um ciclo mais constante na determinação de início do vento, não necessariamente antes de qualquer forma de vida.

A salinização  proveniente das formas rochosas ricas em sal na época no fundamento de um oceano mais abrangente. E que a troca de abrangências de ciclos entre preponderâncias, por vezes de água doce e por vezes de água salgada até os dias atuais.

A condição espiritual como um fundamento perfeito na perfeição da natureza no prenúncio de uma habitação mais e mais avançada. A extração do reflexo de uma intuição que emana a complexidade de maneira ao envolvimento que declara a base da evolução tão mais dinâmica.

"A ilusão como forma de uma ignorância mais elaborada com o passar das gerações que se adequam na maturidade de um tempo que independe de determinações específicas."

A razão como forma abstrata que impera em uma razão de uma natureza que em determinado momento não tem uma consciência que determine a derivação dos sentidos humanos.

A espiritualidade que entra em conflito com a primeira existência humana devido a uma complexidade ainda rudimentar de evolução em uma precariedade natural e desenvolvida ao longo das gerações.

Mas antes determinada cronologia em dado momento de evolução onde a inércia como fator de inexistência ou poucos seres vivos acarretam o desenvolvimento da clorofila. E de início animais menores que colaboram com o reflexo do desenvolvimento. Como uma forma de  teletransporte, mesmo em elementos desenvolvidos.

Em casos de desenvolvimento onde temos varias especies de animais de uma consciência que não exija a verbalização ou a escrita, temos a influência divina na sua totalidade. A diferença da influência de Deus no homem é que o livre arbítrio determina uma condição de autonomia mediante a evolução.

Frisando sempre que a influência divina foi soberana e plena somente no início de um determinado início dos inícios. Antes do big bang. A teoria do big bang como uma explosão derivada de muitos corpos celestes, nesse presente seria uma inconformidade com a razão da matéria, pois a explosão derivada de tanta matéria a partir do começo do começo de uma possível matéria uma explosão material mediante do nada, não seria possível.

São apenas tantas probabilidades a nível de estudo onde a explosão poderia ser de massa escura, envolta por uma gravidade implosiva mediante ao acúmulo de temperatura por inércia.

A velocidade do acúmulo de energia pela inércia, gerando o início de um campo gravitacional de início sem complexidades.

O big bang como forma também de explosão na inércia de uma massa escura em um princípio peculiar na origem acarretando apenas a derivação de energia por calor. Como um dos princípios básicos de evolução a partir da inexistência de vida.

A possibilidade de chuva líquida estelar, não nas proximidades do céu como atualmente. No complemento da salinização do mar. O desencadeamento. E que a determinada chuva ocorrida do cosmo como forma de exceção de uma condição única de evolução em dado momento. Para que haja chuva líquida vinda do cosmos, a interligação que define a matéria de forma líquida mediante a um ciclo menos complexo da existência da matéria.

E que essa determinante resulta de uma gravidade e temperatura em um ciclo de velocidade em uma intensidade que acarreta a chuva. O componente que determina o transporte como uma redoma que transporta a chuva. Na relevância de um buraco negro no início de mundos paralelos.
A chuva cósmica líquida não como uma analogia mas como uma necessidade essencial e evolutiva por Deus juntamente com entidades de uma equivalência que seja tantas inteligências em distâncias inomináveis e reconhecidas desde esse milênio.

O fluxo da transitoriedade que define a permissão divina em um livre arbítrio mais aprimorado em defesa da própria condição de evolução extensiva. E o contato que se equaliza de uma forma mais pluralizada na intenção baseada no ímpeto que deriva a forma de uma mudança que avalia a necessidade real de mudança.

A completude na derivação de uma coordenada que aflore sempre a motivação inspirada em um desenvolvimento que deixa de ser de forma sequencial. Mesmo que em um direcionamento de uma complexidade grandiosa.

E nos inspiraremos em sermos o esclarecimento de coíbe qualquer forma de ressurgimento das trevas. E que as trevas mesmo que no seu distanciamento, as devidas precauções devam ser tomadas.

A precaução como fator de impulsionamento da vida na geração de uma autonomia que diverge de tantos agravos e abalos passados. Evitando se assim um comprometimento futuro que apesar de uma hipótese acarreta uma possibilidade que pode ser a nível de estudo uma característica que elabora novos patamares em valores que denotam a diminuição da margem de erro no ciclo evolutivo.

A declaração que evidencia o conhecimento da intuição mesmo que por um paradoxo de uma evidência que explora um conhecimento abstrato que realiza uma razão de forma complexa em um entendimento mais amplo.

A participação de uma origem pela origem em várias origens, onde cada elemento passa a se derivar não mais de uma forma constante, mesmo em elementos que tenham uma composição mais rudimentar, onde poderemos extrair cevada de pedra com o tempo.

A verificação que realça o desenvolvimento social em uma característica mais ampla com o passar das gerações. Na crença de uma evolução crescente em uma identidade mais própria mesmo que com mudanças naturais na sociedade.

E que a transformação seja sempre uma composição que efetiva o poema de uma vida que aprende a ascender e refletir a exatidão de uma abstração que colide com o fundamento de uma razão que identifica a compenetração de uma liberdade que explana o envolvimento natural de uma razão sempre mais ampla.

A comportabilidade que redefine o uso de uma continuidade de uma espécie na aproximação de uma identidade que reluta em não voltar a determinado tipo de inércia.

E que a relutância de uma existência não permite o receio de uma declaração que não seja pura e simplesmente a confiabilidade de uma evolução que se enquadra na cronologia de espectros que colaboram na atenção do crescimento não como fator de imposição mas a necessidade do zelo que determina a razão maior da grandeza de um elo sempre mais dinâmico....
Claudio Teruo Ninomiya
Enviado por Claudio Teruo Ninomiya em 06/05/2018
Código do texto: T6329014
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Sobre o autor
Claudio Teruo Ninomiya
Japão, 42 anos
456 textos (4677 leituras)
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Claudio Teruo Ninomiya