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Dois Ponto Seis


 Escrever sem ter um norte, raridade numa página, principal, a primeira; significado para exclamar o zumbir do gozo, intrigam os mais claros tons de pele, mas sempre claras essas incertezas vedadas abaixo do meu nariz, quero dizer tudo ao léu e tampar os ouvidos quando aprecio o céu, nublaram meu ceticismo perante às ruas e a ausência de seus jardins, florir algo ausente no tato visível é de apertar o peito ante aprendizes, afirmam e questionam o que fulguraram na falta de proteínas, entre os pratos e seus talheres, esvaziam a crença no invisível e, passando alucinações/vultos, tentam palpar. A esquisitice coletiva dos ternos, apequenam um pouco mais quadrados geográficos, nisso apontam para esquizofrenia particular, mas, não passa de mais alguns indícios de interesses meticulosamente intencionados. Azuis aqueles dentes de leão em jardins pouco regados, vermelhas e um tanto rara essas lavandas, ao deparar-me com estirados, recordo-me desses tecidos brancos sobre os que seriam estrelas, futuros que p'outros remete-os à um cinza passado. Louvaram pruma haste e queriam firmamento para prosseguir num plano, utópico, ainda creem em cegos, mas se perguntam o quão distantes estão do alvo... Aquela vibração emanava 'uníssona elevação', 'concretude balançada' por uivos de uma leve brisa.
Macedo Cruz
Enviado por Macedo Cruz em 02/02/2019
Código do texto: T6565691
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Sobre o autor
Macedo Cruz
Cabrobó - Pernambuco - Brasil, 24 anos
6 textos (75 leituras)
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Macedo Cruz