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Solidão não faz breganha
 

Acabou de uma forma, estranha
O que acreditávamos não ter fim
Sem dúvidas, uma dor tamanha...
Tomou conta, de nós dois enfim
 
A solidão, não faz breganha
Depressão, teu doloroso estopim
Acabou de uma forma, estranha...
O que acreditávamos não ter fim
 
Sei que as cruéis, artimanhas...
Machucam-nos sempre é tão ruim
Deixa-nos com a voz, triste fanha
Por não ter a paz, de um querubim
Acabou de uma forma, estranha...

 

Valdomiro Da Costa 09/06/2018
 

 
 

 
SEMPREPOETA
Enviado por SEMPREPOETA em 09/06/2018
Reeditado em 10/06/2018
Código do texto: T6359563
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
SEMPREPOETA
Sumaré - São Paulo - Brasil
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