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SONETO DOS DEVERES DE CADA UM OU A SINA DO POETA

Os rostos femininos todos sósias
Nas lentes do poeta... Sempre a idealizar
Loucamente o de sua “moûsa” própria
Versos psicodélicos... Seu ar...

Nunca virá a ser por ela amado
Pois, o poeta existe para a dor
Escreve a todos os apaixonados
E fica como mero expectador

Pensa a mulher pelo poeta cantada
Encantada, mas igualmente enganada...
Chora, pois, às mulheres de seu rosto...

São as lágrimas do poeta com fome
De amor, que lavam as almas dos homens
E o faz perecer nas letras com gosto

Marcelo ShytaraLira
Enviado por Marcelo ShytaraLira em 21/10/2008
Código do texto: T1240498


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Sobre o autor
Marcelo ShytaraLira
São Paulo - São Paulo - Brasil, 58 anos
33 textos (1511 leituras)
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Marcelo ShytaraLira