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DESPENHADEIRO DO HOMEM
 
Vertente que ao morro na cachoeira que torna,
Numa beleza que a nutrir forma encosta natural
Morro que aos céus sobe,da natureza a norma
Água se o mesmo jorra a lavar do mundo o mal
 
O sol que demora chegar pela altura da ladeira,
Derrama aos raios em poder avançar ao banho
Em pouco demora a terra gira a sombra vagueia
Contenta-se pois voltará com mais luz o amanhã
 
E a natureza que espanta o ser humano covarde
Ao querer saber como ela sobe pra o seu descer,
Pelo tanto a que sofre em carregar por um balde
 
Omitindo a mexer aonde não caiba lhe pertencer
Deveria deixar na sabedoria doada se usa invade.
Suas loucuras se apenas destrói inovação abater.
 
Barrinha ,27 de junho de 2009 14;20

 
antonioisraelbruno
Enviado por antonioisraelbruno em 27/06/2009
Reeditado em 20/10/2017
Código do texto: T1670185
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
antonioisraelbruno
Barrinha - São Paulo - Brasil
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