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Soneto para minha tristeza

Tere Penhabe

Sou presa fácil da incredulidade,
Pelo que vejo escrito no destino,
Tal qual a travessura de um menino,
Que só sabe fazer barbaridade.

Se creio... o que resulta é ingenuidade,
E tudo que eu começo, não termino,
Acabo sendo um triste peregrino,
Constantemente em busca da verdade.

E a culpa se rebela em minha mão,
A fustigar meus sonhos mais queridos,
Que seguem tropeçando, doloridos...

Da vida, quero agora, só perdão...
Pela tristeza insana em minha porta,
Que só faz mal já que a ninguém conforta.

Santos, 28/09/2009
www.amoremversoeprosa.com

"Desconfia da tristeza de certos poetas.
É uma tristeza profissional e tão suspeita
como a exuberante alegria das coristas."
(Mario Quintana)
Tere Penhabe
Enviado por Tere Penhabe em 30/09/2009
Código do texto: T1840334


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Sobre a autora
Tere Penhabe
Santos - São Paulo - Brasil, 66 anos
252 textos (29215 leituras)
5 áudios (647 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/05/21 07:40)
Tere Penhabe