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SONETO DA DOR

SONETO DA DOR.







Ocorrem tantos sonhos,
Vagando em minha mente.
É algo que se teme e sente:
Tristes - sós - enfadonhos.



Não os quero simplesmente,
Gostaria que fossem risonhos.
Sem dor, um pouco ausente,
Nunca, nunca, tristonhos.


Queria-os  alegres novamente,
Vivê-los  com todo o amor.
Fazendo-os eternos simplesmente.


Afasta-te, ó inominável dor!
Dá lugar de vez e urgente,
Ao indizível e belo amor.



Eráclito.


Eráclito Alírio da silveira
Enviado por Eráclito Alírio da silveira em 02/12/2006
Código do texto: T307432
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Sobre o autor
Eráclito Alírio da silveira
Imaruí - Santa Catarina - Brasil, 75 anos
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Eráclito Alírio da silveira