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MEUS VERSOS




Meus versos ditos não são meus versos
São daqui e de além, onde ninguém os veja
Retratam na sua maioria os meus reversos
E assim está bem e assim espero que seja.

Vão daqui para este e para aquele lugar
Morrem á beira mar se ninguém os trata
E mesmo que eu quisesse deles cuidar
Não saberia como julgá-los, ó gente grata.

São como uma ampulheta de fina areia
Um relógio de corda chamado coração
Uma deusa qualquer ou uma dita sereia

Que deixasse suas pegadas por todo o areal.
Menino, que brincas aí, de bola na mão
Diz-me tu, que tudo isto não é senão irreal.

Jorge Humberto
30/01/07
Jorge Humberto
Enviado por Jorge Humberto em 30/01/2007
Código do texto: T363907

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Sobre o autor
Jorge Humberto
Portugal, 54 anos
2650 textos (69828 leituras)
22 áudios (947 audições)
13 e-livros (548 leituras)
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