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Texto

Soneto da poesia.

Tens me levado tão longe, cara poesia!
Tão longe, onde os homens não vão!
Mas ainda navego ao sabor da maresia
procurando um porto para atracar o coração!

Tens asas e adornos e fantasias
tens a vara dos desejos e ilusões
tens feitiços, poções e magias
que fazem ferver a alma das paixões!

E tens tanto ainda por desvendar
e tantas musas estão ainda por cantar
que não sei o que será de mim...

Empresta-me o teu poder de criação
deixa que eu toque a tua vara de condão
para que eu possa atingir esse fim...





Jacinto Valente
Enviado por Jacinto Valente em 11/02/2007
Reeditado em 25/09/2008
Código do texto: T377828

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Sobre o autor
Jacinto Valente
Portugal, 59 anos
114 textos (7076 leituras)
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Jacinto Valente