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O prisioneiro

O prisioneiro

Queria estender meus olhos como ora meus braços
Não consigo mover, queria tocar os espaços
Que encerram a palavra dentro de tua boca,
Enchendo a de sentido; dando voz a tua garganta rouca!

Mas não dou nem um passo, olha para trás...
Vês?! Não me dizes mais nada; em teus olhos apaga
A lágrima que está por cair, como a chuva que no céu jamais
No chão de teus lábios essa lembrança ti traga...

E nas nuvens carregadas de teus pensamentos
Cessas o barulho dos trovões pelo silêncio calmo
Da tarde de nossos encontros inacabados!

E junto com aquelas tardes teus lamentos
Deixa que com um beijo eu embalsamo
Nos luares que nos presenciávamos de olhos fechados!
nicolas orwell
Enviado por nicolas orwell em 17/03/2007
Código do texto: T416167

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Sobre o autor
nicolas orwell
Recife - Pernambuco - Brasil, 33 anos
7 textos (110 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 21/09/20 00:58)