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TEMPESTADE

De negro o céu toldou-se num instante,
Zunia o vento na floresta pasma.
As nuvens esconderam sol brilhante
Como em filme sinistro de fantasma.

O céu com seus trovões era um gigante
Tossindo muito, sufocado em asma.
Vinha chegando o temporal rasante
Feio qual descoberta de miasma!

Balança negra nuvem entre raios,
Como horríveis, fantásticos ensaios
Feitos lá nos confins da imensidão.

E rasgando-se o manto do infinito
A chuva cai em derradeiro grito
Dando início à violenta tempestade!
Lucan
Enviado por Lucan em 18/03/2007
Código do texto: T416884

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Sobre o autor
Lucan
Salesópolis - São Paulo - Brasil, 89 anos
1985 textos (99969 leituras)
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Lucan