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SONETO DE SERENATA

Na amplitude desta vil noite
fria e calma, tão plenilúnica,
dispo-me da branca túnica
de todo o meu anseio, açoite

que não dá a exata frequência
dos mil tons para uma canção
sobrando a tão obscura opção:
viver no exercício da paciência

e procurar, em todos os acordes
do tempo para criar, sem ruídos,
uma nova melodia para que acordes

e que seja doce aos seus ouvidos:
Nova canção que, embora singela
faça abrir, novamente, a tua janela.
Marcelo Lopes
Enviado por Marcelo Lopes em 24/05/2013
Reeditado em 26/05/2013
Código do texto: T4306538
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Marcelo Lopes
Guarujá - São Paulo - Brasil, 50 anos
480 textos (47224 leituras)
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Marcelo Lopes