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Soneto a uma estranha no ônibus

Pouco é o espaço que a gente separa,
Tu que me olhaste mostrando desejo,
Eu que teus beijos aflitos prevejo
Nós que talvez nunca mais...Mas tomara...

Somos apenas assim dois estranhos,
Almas que a sorte só quis reunir
Para faltar a coragem de agir
Quando eu olhasse os teus olhos castanhos.

Poucas poltronas são nosso limite,
Nada que algum caminhar não transite,
Mas eu insisto em sozinho ficar...

Sei que talvez nunca mais vou te ver,
Tu que fizeste um poema escrever...
Eu que consigo em minutos amar...

Bruno Philippsen
Enviado por Bruno Philippsen em 20/08/2005
Código do texto: T43952


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Sobre o autor
Bruno Philippsen
Passo Fundo - Rio Grande do Sul - Brasil, 35 anos
82 textos (5782 leituras)
2 áudios (68 audições)
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Bruno Philippsen