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Soneto à ansiedade

Por quê essa terrível ansiedade
Me deixa sem saber o que fazer,
Se agora eu me encontro a escrever
Sentado nesse tempo sem idade?

A bela natureza que me envolve,
Deixando pelo ar lindas fragrâncias,
Devia retirar as minhas ânsias
Pois hoje a minha mente se dissolve...

Não sei o que pensar sobre você,
Lutei comigo mesmo e, touché...
Prefiro acreditar no otimismo :

Pensar que com você eu tenho chance,
Que a vida é igual a um romance,
Que o mundo não conhece o pessimismo.

Bruno Philippsen
Enviado por Bruno Philippsen em 13/09/2005
Código do texto: T50188


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Sobre o autor
Bruno Philippsen
Passo Fundo - Rio Grande do Sul - Brasil, 35 anos
82 textos (5782 leituras)
2 áudios (68 audições)
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Bruno Philippsen