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Ciúmes

Ciúmes

No apagar das luzes... Eu a conheci
Um segundo a mais seria muito tarde
Mas o destino...  Meu eterno amigo.
Colocou-me na entrada daquela boate.

No exato momento, que ela saia à rua.
Impregnando o ar com seu perfume
Embevecido, eu a comparei com a lua.
Senti no peito uma pontinha de ciúme.

Ciúmes da calçada, que ela pisava.
Das pessoas que estavam ao lado dela
Ciúmes da noite, do ar que respirava.

Senti ciúmes da lua que sorria pra ela,
Só não senti ciúmes do seu belo sorriso
Nem do convite que li nos lábios dela!

Volnei Rijo Braga
Pelotas: 27/11/2015
 
Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 27/11/2015
Código do texto: T5462423
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 74 anos
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Volnei Rijo Braga