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SONETO DA AUSÊNCIA

Um dia, morrerei somente
Serei pó jogado no esquecimento
Esquecido de deixar uma semente
Que brote em qualquer momento

Sem saber o que se passa no  mundo
Logo nem notarão que estou ausente
E o que foi um desgosto profundo
Será apenas uma mancha no inconsciente

Mesmo assim, serei objeto de uma saudade
Em algum canto da cidade
Que alguém cantará tristemente

Ausência ou algo que ninguém suporte
Palavras que tentam mudar minha sorte
Tudo é nada: morri somente.
JOAQUIM RICARDO
Enviado por JOAQUIM RICARDO em 08/08/2007
Código do texto: T598189
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
JOAQUIM RICARDO
Recife - Pernambuco - Brasil, 60 anos
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JOAQUIM RICARDO